10 Romances Que Farão Você Se Apaixonar Ainda Mais Pelo Japão

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Livros Para Quem Curte Literatura Japonesa

Confira 10 Livros Recomendados Para Quem Curte Literatura Japonesa

Influenciada pelo contato cultural com a China e mais tarde com a literatura ocidental com a reabertura dos portos e com o comércio, a literatura japonesa já remonta mais de dois mil anos de história. Atualmente, o Japão possui um grande acervo de obras primas de grandes autores premiados tais como Yasunari Kawabata, Yukio Mishima e Haruki Murakami.

Graças a editoras como a Estação Liberdade, hoje temos acesso a muitas dessas obras traduzidas em português e temos a oportunidade de mergulhar nas narrativas incomuns, profundas e intensas, características marcantes dos romances japoneses.

Se você já é um grande adepto da literatura japonesa, provavelmente já conhece os clássicos mencionados abaixo. Caso ainda não conheça, mas queira se aventurar nesta área, com certeza vai apreciar a leitura de alguma obra de algum desses grandes autores.


A gata, um homem e duas mulheres seguido de O cortador de juncos, de Jun’ichiro Tanizaki

Se um já é bom, imagine dois breves romances de Tanizaki, agrupados em volume único? A gata, um homem e duas mulheres seguido de O cortador de juncos sintetizam ambos com precisão algumas das temáticas que alçaram Jun’ichiro Tanizaki ao rol dos grandes escritores da literatura japonesa: em comum, personagens desvirtuados, relações amorosas triangulares e casamentos de conveniência.
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O museu do silêncio, de Yoko Ogawa

Os museus têm como pressuposto guardar objetos de valor histórico ou científico para fins de exibição pública, de modo a registrar à posteridade a importância que eles tiveram para a humanidade num período determinado. Mas como seria no caso de um museu que tivesse como objetivo preservar lembranças de pessoas que morreram? Essa é a essência da trama de suspense proposta pela autora contemporânea Yoko Ogawa.
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Tempo e espaço na cultura japonesa, de Shuichi Kato

Shuichi Kato, autor e crítico reconhecido pelos seus trabalhos sobre literatura e cultura japonesas, nos apresenta um verdadeiro tratado sobre a nação japonesa a partir de dois conceitos-chave: o tempo e o espaço. O autor recorre a uma série de exemplos da arquitetura do Japão, arte pictórica e literatura, sem esquecer dos padrões de ação, crenças religiosas e questões linguísticas para embasar sua tese.
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Botchan, de Natsume Soseki

O protagonista é um jovem professor de matemática de Tóquio que, aos 23 anos, aceita partir para uma localidade inóspita nos rincões do Japão, na ilha de Shikoku, a fim de lecionar para aquela que será sua primeira turma de alunos ginasiais. Habilidade social não é o forte do protagonista. Até aceitar o emprego, Botchan tinha passado os últimos três anos vivendo recluso em um cubículo “de quatro tatames e meio”. Seus modos são ríspidos, sua paciência com os outros é limitada e sua impetuosidade vive lhe causando problemas.
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A dançarina de Izu, de Yasunari Kawabata

‘A dançarina de Izu’, lançado originalmente em 1926, é uma novela baseada em anotações autobiográficas e tem como temas o amor impossível, a solidão e a sexualidade velada, recorrentes na extensa e brilhante obra de Yasunari Kawabata. Conta sobre um jovem de dezenove anos, da elite japonesa, que viaja até a península de Izu, região que fica a oeste da capital Tóquio, e lá trava contato com artistas viajantes, com quem faz amizade, e se encanta com uma artista da trupe; a pequena dançarina Kaoru, de treze anos.
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Caçando Carneiros, de Haruki Murakami

Caçando carneiros’ é o romance que tornou Haruki Murakami conhecido mundialmente. Permeado de mitologia e mistério, a obra é um thriller literário extraordinário. O protagonista do livro é um personagem, do qual não sabemos o nome, mas que leva uma vida tranquila trabalhando numa agência de publicidade, convivendo com a ex-mulher e alguns amigos.
Mas tudo muda depois que ele recebe uma carta misteriosa e conhece pessoas inesperadas.
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Guerra de Gueixas, de Nagai Kafu

Guerra de gueixas foi uma obra bastante ousada para a época – desde sua primeira edição em livro, ainda em 1918, até os anos 1960, só circulou a edição censurada , em que as passagens tidas como eróticas tiveram de ser removidas. Nada que hoje causasse maior furor, mas as pequenas historietas que compõem a trama central, notadamente os relacionamentos entre as gueixas e seus clientes, carregam de fato muito de uma promiscuidade comum na sociedade japonesa, mas sobre a qual não se falava – ou se escrevia.
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“O Fuzil de caça”, de Yasushi Inoue

No Japão, o período do pós-guerra trouxe definitivamente à tona toda sorte de questões que mantiveram caráter de tabu durante tanto tempo, numa tradição secular de silêncio e discrição. A história deste livro conta sobre um trágico relacionamento extra-conjugal e seus impactos psicológicos – não apenas nos amantes, mas também nas pessoas que vivem ao redor do casal. Permeiam estas páginas o isolamento e a carência de franqueza nas relações humanas.
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“O Pavilhão Dourado”, de Yukio Mishima

Neste livro brilhante, narrado de forma densa e original, Yukio Mishima mostra que a beleza absoluta pode ser tão opressiva e enlouquecedora quanto qualquer imperfeição. Durante a Segunda Guerra, em Kyoto, um jovem assistente de sacerdote frequenta o templo do Pavilhão Dourado, ambiente antes cultuado por seu pai como o lugar mais belo do mundo. Ali, Mizoguchi, adolescente inseguro, introspectivo, que sofre de gagueira e é incapaz de estabelecer verdadeiras amizades, encontra refúgio para suas aflições.
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“A fórmula preferida do Professor”, de Yoko Ogawa

A fórmula preferida do professor foi um super fenômeno no Japão, com mais de 4 milhões de exemplares vendidos. O protagonista é um professor brilhante que, por conta de um problema que danificou sua memória recente, não pode levar uma vida normal.
Passa os dias recluso e as empregadas domésticas contratadas para tentar facilitar sua vida nunca conseguem agradá-lo. Mas tudo muda com a contratação da nova empregada.
Leia o primeiro capítulo na Estação Liberdade.


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