
Já imaginou um dia, você transformar os restos mortais do seu bicho de estimação em uma joia? Essa prática existe e já ganhou bastante popularidade em diversas partes do mundo, inclusive o Japão. Afinal, um país onde até os Pet Cafés fazem sucesso, por qual motivo o Pet Memorial Diamonds, não iria fazer não é mesmo?
Muitas empresas estão surgindo nesse novo segmento como o Dna 2 Diamonds, dentre muitos outros, mostrando ser realmente um negócio muito lucrativo. O processo para a transformação em diamante ocorre da seguinte maneira: O pelo é levado à alta temperatura para que seja transformado em carbono e é com essa matéria prima que será feito o diamante.

Mas, para quem não tem condições, não se preocupe… existem outras formas mais baratas de tornar seu amiguinho imortal. Uma empresa de Shiga por exemplo, a L-Born, se inspirou em uma novela japonesa chamada Namida Tsubo de Junichi Watanabe, onde um homem misturou as cinzas de sua esposa, vítima de câncer, com barro e transformou-o em um lindo vaso.
Dessa forma, o esposo, poderia sempre lembrar-se dela, quando olhasse para o vaso. Muitas pessoas podem não gostar e até achar mórbido, mas de qualquer forma, é um grande mercado em expansão e que ainda será muito explorado, especialmente no Japão, onde é comprovado a grandiosidade das relações afetivas dos japoneses por animais de estimação.

Segundo algumas estimativas, quase 30 milhões de animais de estimação vivem nos lares japoneses, e são de grande importância especialmente aos idosos, como animais de companhia. Isso explica como a demanda em relação à tudo ligado aos pets vem crescido nos últimos tempos.
Akemi Imai, dona do L-Born, diz que sua empresa sempre trabalhou com barro e cerâmica. Foi somente após o pedido de uma amiga, influenciada pela novela, que Akemi percebeu o novo mercado e a boa oportunidade de ganhar dinheiro que se abria à sua frente.
Desta forma, resolveu investir e passou a divulgar, e hoje sua empresa já é requisitada para esse tipo consumidor, onde ela produz de forma artesanal, acessórios de moda, como colares, pulseiras e até outros objetos como porta retratos, luminárias, dentre outros, dependendo do desejo do cliente.
A empresa também pode fazer um “jizo”, ou seja, uma pequena estátua de barro e cinzas, com a aparência do bichano, que é colocado dentro dos pequenos templos japoneses em casa. Akemi diz que a jóia serve como um memorial, ou seja uma maneira do companheiro canino ou felino, ficar com o seu mestre para sempre.

E você? Teria coragem de transformar as cinzas do seu bicho e companheiro de estimação em joia ou em algum objeto para imortalizá-lo? Deixe sua opinião!
























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